Na tarde desta sexta-feira, a Escola Básica Ndague A, situada na Vila Sede do distrito de Mabalane, província de Gaza, registou um episódio intrigante. Pelo menos três jovens do sexo masculino desmaiaram apresentando fortes sinais de delírio, uma situação que ocorreu de forma repentina e ainda não possui justificativa clara.
O caso tem gerado grande apreensão na comunidade local, permanecendo como um mistério sem respostas nos campos psicológico ou espiritual. Procurado para comentar o ocorrido, o diretor da instituição, Pedro Langa, preferiu o silêncio. Ele alegou não possuir autorização de seus superiores para abordar o tema e, posteriormente, exigiu credenciais aos repórteres presentes, mesmo a equipa já estando devidamente identificada.
A equipa de reportagem do jornal “domingo” esteve no local nesta sexta-feira e relatou ter presenciado três alunas passando por situações que aparentavam ser manifestações espirituais. Para agravar o cenário, Rosa Massingue, responsável pela área social do conselho escolar, atestou que já foram contabilizados cinco episódios de desmaios apenas nos últimos três dias (contando a partir de quarta-feira).
Sem saber como lidar com as causas desconhecidas, alguns professores têm recorrido a orações religiosas numa tentativa de reanimar os estudantes afetados.
Já os pais e responsáveis atribuem os eventos a questões de superstição e exigem que uma solução tradicional seja aplicada. De acordo com relatos da comunidade, esses incidentes têm sido recorrentes nas últimas duas semanas. Durante um dos episódios de delírio, uma das crianças teria manifestado uma entidade que gritava, exigindo retornar à região de Chibuto para ser entregue ao seu suposto dono.
Fontes locais indicam que este clima de tensão coincide com a presença de um conhecido líder religioso da congregação “mazione” a circular pelo distrito. Ele teria sido chamado pelos próprios moradores para realizar a purificação de Mabalane contra supostas práticas de feitiçaria que estariam a travar o progresso da região. Contudo, o religioso atua sem o consentimento das autoridades locais e tradicionais.

Cordiais saudações.
Bom, tenho a tecer meu sentimento em prol desta publicação, é verdade que cada um tem seu campo de ação,porém temos que ter bagagem suficiente para secundar o nosso trabalho.
Atinente ao post em alusão, tenho a refutar a imagem usada para o mesmo, esta opõe-se á realidade institucional, há disparidade no que concerne ao gênero bem como outros pormenores.
Não estou para crucificar, mas para trazer uma reflexão no que concerne á responsabilidade no nosso campo de ação. Precisamos de forma minuciosa, transparente e fidedigna partilhar as nossas actividades realizadas.
Almejo maior responsabilidade na censura das informações futuras sob risco de termos resultados contrastes.
Grato a atenção.