O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo condenou três cidadãos a 12 anos de prisão efectiva pelo crime de porte ilegal de armas proibidas. Os condenados são Eduardo Samuel, Wina Machote e Martins Bié.
Apesar da condenação por posse ilegal de armas, os três foram absolvidos das acusações de rapto, ofensas corporais e associação criminosa, por insuficiência de provas apresentadas durante o julgamento.
No mesmo processo, os arguidos Constantino Ndeve, Romão Tinga, Américo Tingane e Samuel Mwadz foram absolvidos de todas as acusações que lhes eram imputadas.
De acordo com a acusação do Ministério Público, os sete arguidos eram suspeitos de envolvimento no rapto de um empresário de nacionalidade portuguesa ligado ao sector imobiliário. O alegado crime teria ocorrido no dia 21 de Fevereiro do ano passado, nas proximidades do Comité Olímpico de Moçambique, na cidade de Maputo.
A decisão foi proferida pelo Tribunal Judicial da Cidade de Maputo, que considerou não existirem provas suficientes para sustentar as acusações de rapto, ofensas corporais e associação criminosa, mantendo apenas a condenação de três dos arguidos pelo porte ilegal de armas proibidas.
