Maputo, 12 de Agosto de 2026
A Escola Secundária do ISCTEM (ESI) emitiu um comunicado oficial nesta quarta-feira (12) no qual repudia veementemente um episódio de agressão física envolvendo dois alunos da instituição. O caso ganhou repercussão após imagens do incidente circularem amplamente nas redes sociais e noutros meios de comunicação, gerando profunda preocupação na comunidade escolar.
Através do Comunicado N.º DG/2026/03/A, assinado pela Diretora da ESI, Dra. Isabel Gil, a instituição classificou a ocorrência como inédita na sua dimensão e características, sublinhando que repudia “qualquer forma de violência, agressão, intimidação ou comportamento que atente contra a dignidade e a integridade física e moral dos membros da comunidade escolar”.
Criação de Comissão de Averiguação
Face à gravidade do sucedido, a escola anunciou a constituição imediata de uma Comissão de Averiguação. Este órgão tem como mandato apurar, com rigor, as circunstâncias em que a agressão ocorreu, ouvir os intervenientes e testemunhas, e analisar todos os elementos relevantes. A Direção assegura que o processo será conduzido com “responsabilidade, imparcialidade e respeito pelos procedimentos aplicáveis”, com vista à determinação de eventuais responsabilidades.
Após a conclusão deste inquérito interno, a instituição garante que adotará as medidas disciplinares que se mostrarem necessárias e adequadas, sempre em estrita observância das normas internas da escola e da legislação em vigor.
Apelo à Serenidade e Fim da Exposição
No mesmo documento, a Direção da ESI dirigiu um forte apelo a todos os estudantes, docentes, corpo técnico-administrativo e encarregados de educação para que colaborem na preservação de um ambiente escolar “seguro, respeitoso e saudável”, abstendo-se de qualquer prática de incitamento à violência.
A escola apelou ainda à serenidade pública, pedindo que se evitem julgamentos antecipados e a propagação de informações não confirmadas. A instituição alertou especialmente contra a partilha de conteúdos (como vídeos ou fotografias) que possam expor indevidamente os alunos envolvidos, frisando que o esclarecimento dos factos deve ser deixado às instâncias competentes para que o processo decorra com o devido equilíbrio.


