ANAMOLA exige investigação independente sobre morte de António Siquela em Inhambane
O Partido ANAMOLA manifestou profunda consternação pela morte de António Siquela, coordenador da ALO no povoado de Massava, distrito de Zavala, província de Inhambane. Segundo uma nota de pesar e repúdio divulgada pelo partido, a morte foi confirmada esta quinta-feira, após o responsável ter sido alegadamente interceptado e agredido por agentes da Unidade de Intervenção Rápida (UIR).
Perante a gravidade do caso, o ANAMOLA exige o esclarecimento urgente das circunstâncias em que ocorreu a morte, defendendo a realização de uma investigação independente e transparente, bem como a responsabilização dos alegados autores, nos termos da lei.
Na nota, a formação política considera que a vida humana constitui um bem fundamental e sublinha que nenhuma divergência política pode justificar actos de violência.
O partido apela igualmente às autoridades competentes para que apurem os factos e assegurem que a justiça seja feita, de modo a esclarecer o que aconteceu e determinar eventuais responsabilidades.
Neste momento de luto, o ANAMOLA endereçou as suas mais sentidas condolências à família enlutada, aos amigos, aos companheiros de luta de António Siquela e à comunidade de Massava, manifestando solidariedade perante a perda.
A formação política conclui a sua mensagem reiterando a exigência de verdade, justiça e respeito pela vida humana, sublinhando que, apesar da morte de António Siquela, permanece a necessidade de esclarecer as circunstâncias do sucedido.
“António Siquela parte, mas fica a exigência de verdade, justiça e respeito pela vida humana”, refere a nota.
