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Dois adolescentes suspeitos de incendiar escola na Manhiça para eliminar registos de faltas por medo de PPF

Dois jovens de 17 anos foram detidos pela Polícia da República de Moçambique (PRM), suspeitos de atear fogo à secretaria da Escola Básica de Maciana, no distrito da Manhiça, província de Maputo. Os adolescentes terão agido com a intenção de destruir os livros de turma e eliminar os registos das faltas acumuladas durante o ano lectivo.

Dois adolescentes, ambos com 17 anos de idade, encontram-se sob custódia da Polícia da República de Moçambique (PRM), suspeitos de envolvimento no incêndio que atingiu a secretaria da Escola Básica de Maciana, localizada no distrito da Manhiça, província de Maputo.

Segundo as informações divulgadas sobre o caso, os jovens, residentes na localidade de Maciana, terão provocado o incêndio com o objectivo de destruir os registos de faltas escolares, alegadamente por medo de PPF.

Durante a confrontação com as autoridades, os dois adolescentes terão admitido o seu envolvimento no incidente, explicando que pretendiam queimar os livros de turma para eliminar as faltas acumuladas ao longo do ano lectivo.

O incêndio ocorreu na noite de quinta-feira para sexta-feira, entre os dias 8 e 9 de Outubro, provocando danos na secretaria da instituição de ensino.

Incêndio gera indignação na comunidade

O episódio provocou indignação entre os moradores da localidade de Maciana, numa altura em que a população manifesta preocupação com os casos de criminalidade nocturna registados naquela região.

O incêndio numa instituição de ensino agravou a inquietação da comunidade, tendo em conta os prejuízos causados à escola e a alegada motivação por detrás do acto.

Caso segue os trâmites legais

Os dois adolescentes continuam sob custódia das autoridades, enquanto o caso deverá seguir os procedimentos legais aplicáveis.

Por se tratar de suspeitos menores de idade, o tratamento do processo deverá observar as disposições legais específicas relativas à idade dos envolvidos, garantindo que sejam respeitados os procedimentos previstos na legislação moçambicana.

Até ao momento, as informações disponibilizadas não detalham a extensão total dos prejuízos causados pelo incêndio nem indicam os próximos passos do processo judicial.

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