Uma agente penitenciária brasileira, identificada como Linda de Sousa Abreu, de 30 anos, foi detida em Londres, na Inglaterra, depois de ter sido filmada a manter relações sexuais com um recluso no interior de uma cela prisional.
A funcionária foi apresentada perante o Tribunal de Uxbridge, onde foi formalmente acusada de má conduta no exercício de funções públicas. Após a audiência, pagou uma fiança e foi colocada em liberdade, sob a condição de comparecer novamente perante a Justiça numa próxima audiência.
O caso levou a Polícia Metropolitana de Londres a abrir uma investigação, depois de as autoridades terem tomado conhecimento de um vídeo que rapidamente se espalhou pelas redes sociais.
Vídeo mostra agente penitenciária a manter relações sexuais com recluso
Nas imagens que circularam na Internet, Linda aparece vestida com o uniforme profissional da instituição prisional enquanto mantém relações sexuais com um detento dentro de uma cela da prisão de HMP Wandsworth, em Londres.
Segundo as informações divulgadas, a gravação foi realizada por outro recluso que acompanhava a situação e decidiu registar o momento.
A divulgação do vídeo provocou grande repercussão nas redes sociais e acabou por desencadear uma investigação das autoridades britânicas.
Justiça confirma que brasileira já não trabalha na prisão
Em declarações à TV Globo em Londres, a Justiça britânica confirmou que Linda tinha sido denunciada à polícia e já não fazia parte do quadro de funcionários da instituição prisional.
A entidade esclareceu ainda que não tolera qualquer forma de corrupção ou comportamento irregular por parte dos seus trabalhadores.
No mesmo posicionamento, afirmou que seria inapropriado apresentar comentários adicionais sobre o caso.
Advogada de defesa diz que Linda é uma jovem mãe
Entretanto, a defesa da brasileira também se pronunciou sobre o processo.
Em declarações ao jornal britânico The Telegraph, a advogada Gayathri Yogarajah descreveu Linda como uma «jovem mãe» e uma «pessoa de bom carácter».
A brasileira continua a responder à acusação de má conduta no exercício de funções públicas, depois de ter sido libertada mediante pagamento de fiança e compromisso de comparecer perante o tribunal.
