O artista Robert Matome Thoka, amplamente conhecido como Limpopo Boy, e a respetiva equipa de gestão pronunciaram-se publicamente acerca do vídeo de teor sexual que tem circulado nas redes sociais.
Nascido na província de Limpopo, o artista destaca-se internacionalmente como bailarino, coreógrafo e músico, acumulando presenças em palcos de grande envergadura — a exemplo do Global Citizen Festival — e vitórias em competições internacionais, como o Brussels Dance Battle, conquistado na Bélgica em julho de 2023. A sua popularidade digital estende-se por várias plataformas, contabilizando 4,1 milhões de seguidores no Facebook, 1,1 milhão no Instagram e 2 milhões no TikTok.
Os Detalhes do Conteúdo e a Posição da Gestão
A propagação das imagens foi rotulada pela gestão do artista como um ato malicioso e totalmente não autorizado. O material explícito espalhou-se pela internet, tendo indícios de que a publicação original foi efetuada através dos stories da conta de Facebook identificada como Limpopo Boy RSA.
As imagens aparentam ter sido captadas em modo de selfie, na perspetiva do próprio músico, que surge acompanhado por uma mulher — exibindo-a nua antes de redirecionar a câmara para si próprio e expor e manipular os seus órgãos genitais perante a objetiva.
Num comunicado oficial, a equipa declarou:
“Este conteúdo foi roubado sem consentimento e partilhado inteiramente sem autorização. Trata-se de uma grave violação de privacidade e de um assunto de natureza criminal.”
A administração adiantou ainda estar a colaborar com peritos em cibersegurança para apurar a origem desta falha de segurança, encontrando-se a trabalhar ativamente junto de equipas jurídicas e das plataformas de alojamento digital para assegurar a eliminação imediata de todos os ficheiros e ligações associadas.
Apelo ao Público
A gestão do músico apelou à colaboração de todos os cidadãos, pedindo que evitem descarregar, partilhar ou interagir com os links do vídeo, uma vez que a difusão deste tipo de conteúdos constitui um ato ilegal e agrava os danos causados. Apesar de a secção de comentários na publicação ter sido desativada, a polémica continua a gerar fortes reações e debates por parte do público.
