Viagens oficiais de Chapo transformam diplomacia em motor de crescimento, diz Muaga

O deputado da Assembleia da República e relator da Bancada Parlamentar da Frelimo, Gildo Elias Fortunato Muaga, afirma que Moçambique atravessa um período de afirmação internacional sem precedentes, resultado, segundo ele, do desempenho do Presidente da República, Daniel Francisco Chapo. Para o parlamentar, o País tem seguido um novo rumo de estabilidade, confiança e crescimento económico, sustentado por uma diplomacia activa, pragmática e orientada para resultados, que consolida a actual fase de diplomacia económica e reforço da confiança internacional.

Na avaliação de Muaga, os avanços registados decorrem directamente da “diplomacia económica” implementada pelo Governo que iniciou funções em Janeiro, sob liderança de Chapo. O deputado considera que o Chefe de Estado tem assumido uma postura “serena, corajosa e focada em resultados”, demonstrando que é possível governar com atenção ao futuro, promovendo uma economia baseada na produção nacional, industrialização e criação de emprego digno.

Muaga aponta a “diplomacia económica” como instrumento central da política externa do Estado e a marca mais evidente da nova fase de governação. Descreve-a como uma diplomacia moderna, que posiciona Moçambique entre os países capazes de negociar com cautela, atrair investimento e estabelecer parcerias sustentáveis.

Segundo o parlamentar, Daniel Chapo assenta a sua política externa em três pilares: atracção de investimento directo estrangeiro com impacto na industrialização e no emprego; valorização da diáspora como agente económico e promotora da imagem nacional; e cooperação internacional focada em inovação, tecnologia e infraestruturas.

Nos últimos meses, acrescenta Muaga, o Presidente transformou a diplomacia num elemento impulsionador do crescimento económico. Como exemplo, menciona a recente deslocação a Genebra, onde reforçou o papel de Moçambique na diplomacia climática e mobilizou apoios para a resiliência ambiental. Refere também as visitas aos Estados Unidos, destacando que na sua primeira participação na Assembleia Geral da ONU, Chapo defendeu que os países africanos são parceiros legítimos na transformação global. Já na segunda deslocação, a visita à ExxonMobil resultou em compromissos de transferência tecnológica e formação de quadros moçambicanos.

De acordo com Muaga, estas viagens não são meramente protocolares, mas pontes que aproximam Moçambique do cenário internacional e criam oportunidades de desenvolvimento.

Outro elemento apontado como conquista é a retirada do País da lista cinzenta do GAFI, em 24 de Outubro, atribuída ao combate ao branqueamento de capitais, corrupção e financiamento ao terrorismo, medida que reforça a credibilidade internacional. Menciona também a redução das taxas de juro da dívida externa para 11%, o que aumenta o espaço fiscal e estimula a produção interna, e o levantamento da cláusula de força maior pela TotalEnergies, que permitirá a retoma do projecto Mozambique LNG.

Muaga assinala ainda o regresso da Millennium Challenge Corporation, com um pacote de 500 milhões de dólares, o anúncio de 4,7 mil milhões de dólares dos Estados Unidos para o gás da Bacia do Rovuma e a visita do Presidente do Banco Mundial, Ajay Banga, que reiterou a confiança da comunidade financeira internacional no País.

Para o deputado, o impacto da diplomacia económica de Chapo não se mede apenas pelo número de acordos assinados, mas pela confiança restaurada e pela nova imagem de Moçambique no exterior. Afirma que o País é hoje reconhecido como parceiro credível, destino seguro para investimentos e nação estável, com visão e direcção definidas, o que devolve esperança à juventude, inspira o empresariado e fortalece o orgulho nacional.

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