Maputo, 20 de Setembro (AIM) – O Presidente da República, Daniel Chapo, reiterou o compromisso de acabar com a falta de medicamentos nas unidades sanitárias e anunciou o início da distribuição, em todo o país, do primeiro lote de fármacos e material médico-cirúrgico adquirido no âmbito de um investimento de cerca de 35 milhões de dólares, com apoio do Banco Mundial.
Segundo o Chefe do Estado, a medida marca o início do cumprimento do compromisso de reforçar o abastecimento das unidades sanitárias e garantir que nenhum moçambicano fique sem tratamento por falta de medicamentos.
Chapo explicou que a decisão procura responder à realidade de milhares de famílias que dependem do Serviço Nacional de Saúde, incluindo mães que procuram medicamentos para os seus filhos e idosos que necessitam de dar continuidade aos seus tratamentos.
“Prometemos trabalhar para devolver medicamentos às nossas unidades sanitárias, e estamos a cumprir”, afirmou o Presidente da República.
O primeiro lote de medicamentos e material médico-cirúrgico já foi recebido pelo Serviço Nacional de Saúde e começa agora a ser distribuído pelas unidades sanitárias de todo o território nacional.
Entretanto, Chapo exigiu máxima vigilância durante o processo de distribuição, alertando para a necessidade de impedir desvios, roubos e a venda ilegal dos produtos adquiridos para responder às necessidades da população.
“Aos gestores, profissionais de saúde, autoridades e a todos os cidadãos, apelamos à máxima vigilância”, declarou.
O Presidente sublinhou que os medicamentos pertencem ao povo e devem chegar aos doentes que deles necessitam, responsabilizando gestores, profissionais de saúde, autoridades e cidadãos pela fiscalização e vigilância do processo de distribuição.
O investimento, apoiado pelo Banco Mundial, constitui uma das medidas destinadas a reforçar a disponibilidade de medicamentos no sistema público de saúde e reduzir as situações em que pacientes ficam sem tratamento devido à falta de fármacos.
Chapo reiterou que o Governo continuará a trabalhar para garantir o abastecimento das unidades sanitárias e evitar que a falta de medicamentos continue a impedir os moçambicanos de terem acesso ao tratamento.
“Prometemos. Estamos a cumprir. E vamos continuar a trabalhar para que nenhum moçambicano fique sem tratamento por falta de medicamentos”, afirmou.
