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Sul-coreano e zimbabueano obrigados a deixar Moçambique por irregularidades migratórias

Um cidadão sul-coreano e outro de nacionalidade zimbabueana foram obrigados a abandonar voluntariamente o território moçambicano, na sequência de irregularidades relacionadas com a sua permanência e actividades desenvolvidas no país.

Segundo o porta-voz dos Serviços de Migração na Zambézia, Valeriano Bento, os dois cidadãos estrangeiros foram encontrados a realizar cultos religiosos no distrito de Milange, actividade que, de acordo com as autoridades migratórias, não estava abrangida pelos vistos que lhes haviam sido concedidos para a entrada e permanência em Moçambique.

Estrangeiros identificados durante fiscalização

Valeriano Bento explicou, em entrevista à reportagem, que os dois cidadãos foram identificados durante uma operação de fiscalização migratória realizada pelas autoridades.

Durante a intervenção, os estrangeiros não apresentaram qualquer documento emitido pelo Ministério da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos que lhes conferisse autorização para exercer aquela actividade religiosa em território moçambicano.

A ausência da documentação necessária levou as autoridades migratórias a considerar a situação irregular.

Autoridades determinam saída voluntária

Perante as irregularidades detectadas, os Serviços de Migração determinaram que o cidadão sul-coreano e o cidadão zimbabueano abandonassem voluntariamente o território moçambicano.

A medida foi tomada devido ao facto de a actividade que estavam a exercer não corresponder, segundo as autoridades, às condições previstas nos vistos utilizados para a entrada e permanência no país.

Cidadão malawiano também foi repatriado

Num outro desenvolvimento, o porta-voz da Migração na Zambézia informou que um cidadão de nacionalidade malawiana, que se encontrava retido nas instalações da Direcção Provincial de Migração da Zambézia, também foi repatriado.

O cidadão foi encaminhado de volta ao Malawi, seu país de origem.

As autoridades migratórias continuam, deste modo, a realizar acções de fiscalização para verificar o cumprimento das normas de entrada, permanência e exercício de actividades por cidadãos estrangeiros em território moçambicano.

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