Alberto Francisco Manhique assume as funções de porta-voz nacional do partido ANAMOLA, trazendo para a comunicação política da formação uma trajectória de várias décadas ligada à democracia, aos Direitos Humanos, aos processos eleitorais, ao diálogo político e à construção da paz.
A sua nomeação coloca à frente da comunicação nacional do partido uma figura com experiência adquirida nos contextos nacional, regional e internacional, através do contacto directo com processos eleitorais, instituições, organizações da sociedade civil e diferentes actores políticos.
Experiência em democracia e processos eleitorais
Alberto Manhique é formado em Direito e Sociologia Política e actua como formador nas áreas de Democracia, Direitos Humanos e processos eleitorais.
Ao longo da sua carreira, participou em missões de observação eleitoral em vários países africanos e da região da SADC, experiência que contribuiu para o seu conhecimento sobre os sistemas eleitorais e os processos democráticos no continente.
Manhique esteve igualmente entre as figuras moçambicanas envolvidas na mobilização internacional pelo banimento das minas antipessoais. Nesse âmbito, participou na assinatura do Tratado de Ottawa, em 1997.
Percurso ligado ao diálogo e à paz
A experiência acumulada por Manhique em processos de diálogo político e construção da paz permitiu-lhe desenvolver um conhecimento aprofundado da realidade política moçambicana.
O seu percurso na sociedade civil também foi marcado pela intervenção em matérias relacionadas com a defesa dos direitos, participação democrática e diálogo, áreas que passaram a fazer parte da sua experiência profissional e cívica.
Papel na construção da ANAMOLA
Dentro da própria ANAMOLA, Alberto Manhique já vinha desempenhando funções de responsabilidade.
Em 2025, foi designado Secretário-Geral Interino, tendo participado no processo inicial de estruturação do partido.
Mais tarde, integrou a Comissão Executiva da formação política e passou igualmente a exercer funções de assessoria à Presidência para Relações Públicas.
Com a nova responsabilidade de porta-voz nacional, Manhique chega à função conhecendo não apenas o cenário político nacional, mas também a trajectória e o processo de construção interna da própria ANAMOLA.
A nova função coloca-o como uma das principais vozes responsáveis pela comunicação pública do partido, numa fase que a formação descreve como uma nova etapa da política moçambicana.
Uma voz com experiência para comunicar uma nova etapa da política moçambicana.
