O Tribunal Judicial da Cidade de Lichinga concluiu o arresto preventivo de dez bens imóveis pertencentes a um cidadão moçambicano de 46 anos de idade.
A medida de arresto foi requerida pelo Gabinete Central de Recuperação de Activos, que, segundo a informação divulgada, terá identificado evidências relacionadas com a prática de fraude fiscal e branqueamento de capitais atribuídas ao principal arguido do processo.
O processo envolve igualmente uma segunda arguida, que é funcionária do Estado e responde por suspeitas relacionadas com o crime de enriquecimento ilícito.
De acordo com a informação, a arguida vive em união de facto com o principal arguido, sendo ambos considerados como casados para efeitos patrimoniais.
A segunda arguida exerce funções no Tribunal Judicial da Cidade de Lichinga.
O arresto preventivo dos dez imóveis surge, assim, no âmbito do processo em que o Gabinete Central de Recuperação de Activos aponta suspeitas de fraude fiscal e branqueamento de capitais contra o principal arguido, enquanto a funcionária do Estado é acusada de enriquecimento ilícito.
Até ao momento, a informação disponibilizada não apresenta outros detalhes sobre a localização, natureza ou valor dos dez bens imóveis abrangidos pela medida.
Fonte: Brito Simango
