Ainda durante a mesma conferência, o SERNIC apresentou um cidadão desmobilizado das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), acusado de enganar várias pessoas com promessas falsas de emprego nas fileiras militares. O esquema envolvia cobranças entre dois e quatro mil meticais por supostos “serviços de facilitação”.
O suspeito, que usava documentos forjados e apresentava-se com credenciais falsas, admitiu os crimes perante os jornalistas. Ele afirmou que recorreu à burla após anos de desemprego. “Fui desmobilizado em 2012 e nunca consegui reintegrar-me profissionalmente. Concorri para a PRM, mas fui excluído. Cometi esse erro por desespero”, declarou, visivelmente arrependido.
As autoridades confirmaram que um processo-crime foi instaurado e que as investigações seguem para responsabilização do acusado.
