A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) esclareceu, nesta segunda-feira (30/03), a situação envolvendo a estilista moçambicana Taussy Daniel, que recentemente se tornou viral nas redes sociais após denunciar alegado mau atendimento que teria impedido o seu embarque para Joanesburgo, numa viagem com destino final ao Gana.
Em comunicado, a companhia aérea explicou que, após tomar conhecimento do caso, abriu uma investigação interna com base em imagens de videovigilância, depoimentos e análise dos procedimentos operacionais.
Segundo a LAM, a passageira apresentou-se inicialmente por volta das 06h13 num balcão de outra companhia aérea, onde tratou da bagagem, e apenas às 06h25 dirigiu-se ao balcão da LAM. No entanto, o check-in do voo TM301, com partida prevista para as 06h55, já tinha sido encerrado às 06h15, de acordo com as normas estabelecidas.
A empresa esclarece ainda que os horários de encerramento de check-in são rigorosos e variam conforme o tipo de voo: 30 minutos antes da partida para voos domésticos, 40 minutos para voos regionais e 60 minutos para voos intercontinentais.
Diante disso, a companhia afirma que não foi possível permitir o embarque da passageira por razões operacionais e de segurança, reforçando que o cumprimento destes procedimentos é obrigatório.
Apesar da polémica, a LAM reafirma o seu compromisso com a transparência, profissionalismo e qualidade no atendimento, mantendo-se disponível para prestar mais esclarecimentos através dos canais oficiais.
O caso continua a gerar debate nas redes sociais, levantando discussões sobre atendimento ao cliente, cumprimento de horários e responsabilidades tanto das companhias aéreas como dos passageiros.
