Daniel Chapo confirma presença nas cerimónias fúnebres de Dom Osório Citora Afonso

O bárbaro homicídio de Dom Osório Citora Afonso, que exercia as funções de Bispo da Diocese de Quelimane e de Administrador Apostólico da Arquidiocese da Beira, continua a suscitar uma onda de choque, revolta e profunda consternação à escala nacional. O crime, registado na madrugada do passado dia 6 de junho no interior do Paço Pastoral, na capital da província da Zambézia, motivou o Presidente da República, Daniel Francisco Chapo, a anunciar a sua deslocação às exéquias do prelado.

​Solidariedade institucional e reconhecimento do legado

​Através de uma nota oficial partilhada pelo Gabinete de Imprensa da Presidência da República, foi esclarecido que a comparência do Chefe de Estado serve como o “corolário do profundo pesar pelo sucedido”. A ida de Daniel Chapo configura, em simultâneo, um ato de solidariedade pública para com a comunidade da Igreja Católica, funcionando como um tributo ao papel basilar que o clérigo desempenhava em Moçambique. Dom Osório Citora Afonso destacava-se como um líder eclesiástico e um ativista dedicado à causa da paz, da reconciliação social e do progresso comunitário.

​Calendário das exéquias: Zambézia e Nampula

​O programa das cerimónias fúnebres do malogrado arranca esta sexta-feira, dia 12 de junho, em território zambeziano. Após as primeiras homenagens locais, o cortejo fúnebre e os ritos de despedida finais vão prosseguir no sábado, dia 13 de junho, na província de Nampula, região escolhida para acolher o sepultamento definitivo do Bispo.

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