Simba negou ser filho biológico do antigo Presidente de Moçambique, Samora Machel, depois de terem circulado publicações em diferentes plataformas sugerindo que ele seria descendente biológico do primeiro Presidente moçambicano e que a sua visita a Moçambique teria como objectivo encontrar a sua família biológica.
Perante os rumores, Simba decidiu esclarecer a situação, afirmando que não existe uma relação de filiação biológica entre os dois. Segundo explicou, considera-se “filho ideológico” de Samora Machel, por se identificar com os ideais e o legado deixados pelo antigo líder moçambicano.
Simba explicou ainda que a sua deslocação a Moçambique tem como principal objectivo recordar o legado de uma Grande Revolução Africana. Disse que veio ao país para aprender, estabelecer ligações, ouvir e contribuir para manter viva a história de Samora Machel.
Ao explicar as razões que o levaram a realizar esta visita, Simba afirmou que o faz porque ama a história africana e se considera um Pan-Africano e Revolucionário de coração.
Segundo Simba, não aceita que os sacrifícios, as ideias e o espírito dos grandes líderes africanos sejam esquecidos com o passar do tempo.
Na sua declaração, destacou também a visão que atribui a Samora Machel sobre uma África centrada nas pessoas, onde os cidadãos devem fortalecer-se mutuamente, educar as suas comunidades, apoiar os mais vulneráveis e acreditar na própria capacidade de construir algo maior.
Simba afirmou que carrega esse espírito não por ser filho biológico de Samora Machel, mas porque acredita nos ideais pelos quais o antigo Presidente se destacou.
Para Simba, a obra de Samora Machel deve continuar viva, a sua história precisa de ser contada e o seu espírito deve servir de inspiração para uma nova geração.
