Caso Waldemar de Sousa: um exemplo de como a morosidade processual prejudica os cidadãos
Os contornos que marcaram a nomeação e posterior exoneração de Waldemar Fernando de Sousa do cargo de Governador do Banco de Moçambique (BM) constituem um exemplo paradigmático de como a morosidade processual pode prejudicar gravemente os cidadãos e criar situações de insegurança jurídica.
Os casos de Waldemar de Sousa e, possivelmente, de Venâncio Mondlane, apesar de serem distintos quanto à sua natureza e ao contexto, levantam uma questão comum: a demora da Justiça pode transformar-se, ela própria, numa forma de lesão dos direitos dos cidadãos.
