O pastor Eduardo Costa, conhecido por suas pregações e presença nas redes sociais, foi flagrado recentemente em Goiânia (GO) usando calcinha e peruca, gerando ampla repercussão na mídia e entre internautas. Antes do episódio, ele compartilhava fotos da família e mensagens religiosas, algumas condenando o adultério e a comunidade LGBTQIA+.
Em suas publicações, Costa chegou a afirmar:
“Pessoas que mantêm relações sexuais antes do casamento, adoram ídolos, praticam sexo depois do casamento com quem não é seu cônjuge, têm relações sexuais com homossexuais, roubam, são avarentas ou atacam pessoas com linguagem insolente, NENHUMA DELAS TERÁ PARTE NO REINO DE DEUS”.
Segundo informações divulgadas, o pastor alegou que o uso da vestimenta fazia parte de uma investigação pessoal, na tentativa de localizar um endereço específico. No entanto, o episódio levantou diversas questões sobre sua conduta e motivação.
O caso ganhou atenção nacional e foi coberto por veículos como Metrópoles, que detalhou o salário de Eduardo Costa como servidor público e sua atuação como pastor; Jovem Pan, que apresentou o contexto e a reação pública; ND+, destacando a identidade do religioso; e Ric Mais e Diário do Nordeste, que abordaram as alegações de extorsão e repercussão do incidente.
A situação também reacendeu debates sobre a conduta de líderes religiosos nas redes sociais e a relação entre sua vida pessoal e a imagem pública, tornando o caso um dos mais comentados nas últimas semanas nas mídias sociais.
Fontes: Metrópoles, Jovem Pan, ND+, Ric Mais, Diário do Nordeste, Instagram.
