Filipe Nyusi afirma que sua governação foi guiada pela ciência e por evidências concretas

O antigo Presidente da República de Moçambique, Filipe Jacinto Nyusi, afirmou que o seu período de governação foi marcado pela adoção de políticas baseadas na ciência, em dados concretos e em análises técnicas especializadas. A declaração foi feita durante um discurso público em que o ex-chefe de Estado refletiu sobre os dois mandatos em que liderou o país, destacando o papel da investigação e da inovação no desenvolvimento nacional.

Nyusi sublinhou que as principais decisões do seu governo foram orientadas por evidências, recorrendo a estudos técnicos, dados estatísticos e pareceres de especialistas, sempre com o objetivo de melhorar as condições de vida dos moçambicanos e promover o progresso sustentável.

“A ciência e as evidências sempre foram o guia das nossas decisões. Trabalhámos com base em factos, não em suposições”, afirmou o ex-presidente, reforçando que a tomada de decisões informadas foi uma das marcas distintivas do seu governo.

O antigo estadista destacou também que, ao longo do seu mandato, a promoção da educação científica e da inovação tecnológica foi central na estratégia de crescimento económico e social. Entre os exemplos citados, mencionou a criação e fortalecimento de programas de Investigação, Inovação e Desenvolvimento Tecnológico, considerados fundamentais para a modernização dos sectores produtivos e para a diversificação da economia moçambicana.

Durante o período da pandemia da Covid-19, Nyusi lembrou que o Executivo seguiu orientações científicas rigorosas, com a criação de uma Comissão Técnica e Científica responsável por monitorar a situação epidemiológica e recomendar medidas baseadas em dados. Segundo o ex-presidente, essa abordagem permitiu salvar vidas e evitar o colapso do sistema de saúde.

Fontes como a Agência de Informação de Moçambique (AIM) e o Club of Mozambique confirmam que a administração de Nyusi procurou alinhar políticas públicas com princípios de evidência científica e desenvolvimento sustentável, investindo em sectores-chave como educação, saúde, energia e infraestruturas.

Ao encerrar o discurso, Filipe Nyusi reiterou que a ciência deve continuar a orientar as decisões do Estado, reforçando a necessidade de o país apostar cada vez mais em conhecimento e inovação.

“O futuro de Moçambique depende da nossa capacidade de pensar, investigar e aplicar o conhecimento em benefício do povo”, concluiu.

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