Moçambique registou avanços na saúde e educação nos últimos 30 anos, afirma primeira-ministra

A primeira-ministra de Moçambique, Benvinda Levi, afirmou que o país tem registado progressos significativos nos setores da saúde, educação e abastecimento de água e energia ao longo das últimas três décadas, desde a Declaração de Copenhaga sobre Desenvolvimento Social, assinada em 1995.

A declaração foi feita durante a visita oficial de Levi ao Qatar, onde participou na Cimeira sobre Desenvolvimento Social, realizada até esta quarta-feira.

“Referimo-nos também aos avanços particulares que Moçambique alcançou. Podemos destacar três áreas: a educação, a saúde e o abastecimento de água e energia”, afirmou a primeira-ministra.

Levi recordou que a Declaração de Copenhaga, assinada há 30 anos na capital dinamarquesa, definiu dez compromissos globais voltados para a erradicação da pobreza e o fortalecimento do desenvolvimento social.

No caso moçambicano, segundo a governante, os resultados são visíveis: o nível de analfabetismo reduziu significativamente, e o número de raparigas que frequentam a escola aumentou, representando atualmente cerca de 50% da população estudantil.

“Pode-se questionar a qualidade e a quantidade, mas isso também faz parte do processo de desenvolvimento. Se antes construíamos escolas para dez alunos, hoje construímos para muito mais”, acrescentou.

A primeira-ministra destacou ainda os melhoramentos no acesso à água potável e à energia elétrica, áreas que continuam a ser prioritárias para o Governo

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