O Padre Adelino Novais Amado, clérigo pertencente à Diocese de Quelimane, na província da Zambézia, foi constituído como o principal suspeito nas investigações em torno do assassinato do Bispo Dom Osório Afonso Citora. As instâncias judiciais já procederam à legalização da prisão preventiva do religioso, enquanto os órgãos de investigação avançam com a recolha de novos elementos de prova para clarificar o crime, avançou o Jornal Destaque.
O perfil e a trajetória do sacerdote detido
O indiciado tem 39 anos de idade, é natural da cidade de Quelimane e a sua ordenação presbiteral ocorreu em novembro de 2017.
Ao longo do seu percurso no seio da Igreja Católica naquela região, o Padre Adelino Novais desempenhou cargos de elevado relevo na estrutura eclesiástica:
- Chanceler da Diocese de Quelimane: Função de grande confiança na qual tutelava a gestão administrativa e o arquivo documental da instituição religiosa;
- Vigário Paroquial: Prestou serviço pastoral na Paróquia Sagrada Família.
Paralelamente aos seus deveres religiosos no clero, o sacerdote dedicava-se também ao ensino superior, exercendo funções como docente da cadeira de Ética na Universidade Católica de Moçambique (UCM).
Com informações avançadas pela publicação O Destaque
