Uma família encontra-se em choque após descobrir a vandalização de três sepulturas no cemitério de Texlon. A principal suspeita do ato é uma nora, acusada de ter destruído os túmulos e removido os restos mortais dos familiares sem qualquer conhecimento ou consentimento dos restantes membros da família.
O cenário de destruição deixou os familiares em desespero. Segundo os lesados, as três campas desfeitas pertenciam ao patriarca da família e a dois dos seus filhos (irmãos).
No terreno do cemitério, os vestígios do ato são evidentes. Onde outrora se erguiam as sepulturas, restam agora apenas áreas vazias marcadas por escombros, blocos e tijolos partidos, atestando a violência com que as estruturas foram derrubadas.
Desespero e Paradeiro Desconhecido
Visivelmente consternada, uma das filhas dos falecidos mostrou os locais exatos onde os seus entes queridos repousavam e relatou o momento da descoberta: “Quando chegámos já não havia nada. As campas desapareceram”.
O principal motivo de revolta da família prende-se com a total ausência de comunicação. Os parentes manifestam profunda indignação por não terem sido consultados sobre esta exumação não autorizada. Até ao momento, o paradeiro das ossadas do pai e dos dois irmãos permanece uma incógnita, levantando sérias questões sobre as circunstâncias da remoção e o destino dado aos restos mortais.
Indignação na Comunidade
O caso ultrapassou a esfera familiar e está a gerar um forte debate e repúdio no seio da comunidade local.
Para os moradores, a atitude da nora configura um ato de extrema gravidade, sendo encarada como uma profunda falta de respeito, não apenas para com a memória e dignidade dos defuntos, mas também para com a dor da família que agora procura respostas.
(Com base em informações veiculadas pela TV Sucesso)
