Ciclone Gezani deixa de representar perigo para Moçambique

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) informou que o ciclone tropical intenso Gezani já não constitui ameaça para o país, permitindo que as populações deslocadas iniciem o regresso às suas residências.

De acordo com o director-geral do INAM, Adérito Aramuge, o ciclone permaneceu afastado da costa da província de Inhambane e não chegou a atingir o continente, contribuindo para a mitigação dos impactos.

“O ciclone tropical passou afastado da costa de Inhambane. Não entrou no continente, o que fez com que os impactos fossem significativamente reduzidos”, afirmou Aramuge neste sábado.

O especialista acrescentou que o sistema voltou a deslocar-se em direção ao Oceano Índico, permitindo que as condições de monitoria do tempo voltem à normalidade.

Também a presidente do INGD, Luísa Meque, confirmou que as famílias acolhidas nos centros de abrigo em Maxixe, uma das áreas afetadas, já podem regressar às suas casas.

“Após avaliação em alguns bairros de Maxixe, constatámos que existem condições seguras para que as famílias nos centros possam retornar às suas residências. Estamos aqui para dar conforto e garantir a segurança das pessoas; acreditamos que, pelo menos depois do almoço, elas poderão voltar para casa”, declarou Meque.

O INGD indicou que foram estabelecidos oito centros de acolhimento na província de Inhambane, atualmente abrigando 871 pessoas, correspondentes a 109 famílias.
Apesar de não ter atingido diretamente o território continental, o ciclone causou três mortes na província de Inhambane.

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