O Governo reafirmou o compromisso com a adoção de medidas que fortaleçam a capacidade de prevenção, alerta e resposta a desastres naturais, incluindo o mapeamento de áreas de risco e o reassentamento de populações em zonas seguras.
A Primeira-Ministra, Maria Benvinda Levi, deu estas garantias em resposta a perguntas da bancada da Frelimo sobre os impactos das cheias e inundações desta época chuvosa, abrangendo efeitos humanos, económicos, sociais e ambientais, bem como as lições aprendidas e perspectivas futuras.
Entre as ações anunciadas, destaca-se a construção de infraestruturas resilientes às mudanças climáticas, como edifícios públicos, estradas, pontes, linhas de transmissão de energia, sistemas de abastecimento e a reabilitação de barragens, represas, diques e sistemas de drenagem. Também será modernizada a rede nacional de estações hidro-climatológicas.
“Nos investimentos em infraestruturas hidráulicas estratégicas, estamos mobilizando recursos do setor público e privado, além de incentivar parcerias público-privadas para assegurar a construção das barragens de Moamba Major (rio Incomáti), Mapai (rio Limpopo) e Revúbuè (rio Zambeze), bem como diques e sistemas de proteção em Chókwè, Xai-Xai, Ilha Josina Machel, Nova Mambone, Caia, Marromeu e Nante”, detalhou Levi.
A governante reforçou que essas iniciativas visam tornar o país cada vez mais seguro e resiliente frente às calamidades naturais, protegendo comunidades, economia e infraestruturas essenciais.
