O presidente norte-americano, Donald Trump, voltou a estar no centro das atenções mediáticas após declarar que os Estados Unidos possuem um novo medicamento com a capacidade de trazer de volta à vida pessoas que já tinham sido dadas como mortas. A afirmação, proferida com o habitual estilo hiperbólico que caracteriza o líder republicano, está a gerar uma forte onda de repercussão na imprensa dos EUA.
Relatos de Recuperações “Milagrosas”
Durante o seu discurso, Trump tentou ilustrar a eficácia do alegado tratamento descrevendo cenários altamente dramáticos. O presidente relatou situações em que pacientes já se encontravam a receber a extrema-unção, rodeados por familiares em prantos perante a morte iminente. Segundo a sua versão dos factos, essas mesmas pessoas acabaram por recuperar de forma surpreendente após lhes ser administrado este suposto fármaco.
Falta de Evidências Científicas
Apesar da grandiosidade da alegação, Donald Trump omitiu detalhes fundamentais. O republicano não revelou o nome específico da substância em causa, nem apresentou qualquer tipo de dado clínico ou estudo científico que pudesse comprovar e sustentar a eficácia deste tratamento revolucionário. A sua intervenção limitou-se à garantia de que os Estados Unidos já detêm esta droga médica.
